Eis aqui a minha divina, amada e linda coleção de cd's. Pensei em falar um pouco sobre cada um mas vamos deixar pra outra oportunidade.
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Coleção de cds.
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(Rafael) Couto
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
Monstro.
A mente dele sempre foi dividida em duas. Duas partes distintas que se completam. Cada parte com ideais opostos mas sempre em sintonia. As duas partes sempre estavam em guerra, só pra ver quem dominava o ser. Logo, seu humor era variação de qual parte da mente estava dominando-o, ora a racionalidade, outrora a sensibilidade.
Com o passar da vivencia do ser, as duas partes passaram a conviver com o ambiente externo e suas variações também. Agora, em vez de lutarem apenas entre si, precisavam lidar com os efeitos de fora. Sendo assim, decidiram fortalecer a mente do ser, criando uma fortaleza quase impenetrável, onde poderiam disputar entre si, sem se preocupar com o mundo la fora.
Algumas coisas afetavam o interior da fortaleza, mas nada diretamente. Era como o frio do inverno que castiga a casa de campo. Os internos percebem que lá fora faz frio mas ali, dentro do casebre, estão a salvo das condições inóspitas.
Mas como nenhum sistema consegue se manter totalmente isolado, eles precisaram abrir brechas pra algo, ou alguém. Escolheram uma pessoa que parecia de confiança, e na verdade é mesmo. Esperaram um certo tempo até ver se ela realmente era a pessoa certa e então decidiram-se. As trocas de informação, idéias, carinho e afeto entre as mentes era espetacular, tudo parecia dar certo.
Só que depois de um tempo tudo ficou confuso e a outra mente começou a machucar a mente do ser. As duas partes não tinham o que fazem. Tinham baixado suas defesas para aquela mente de tal forma que a única forma de se defender era se esconder no lugar mais fundo e sombrio da fortaleza e esperar. Esperar aquela mente ir embora ou esperar que ela se tornasse amigável e compreensiva. Pensaram em esquecer a existência dela e simplesmente continuar a viver, mas não era assim tão simples. Ela andava por todos os lados da fortaleza, aonde quer que fossem. Estavam sendo sufocados.
De repente uma ídéia surgiu, um plano de contingência. Tinham numa caixa um monstro guardado, um monstro que nunca deveria ser usado, mas a situação pedia medidas drásticas. Um monstro chamado raiva. Uma vez solto, o monstro só pensa em devorar e causar sofrimento à outra mente.
O monstro está a solta. Só não se sabe quando a fera se voltará contra o criador...
Com o passar da vivencia do ser, as duas partes passaram a conviver com o ambiente externo e suas variações também. Agora, em vez de lutarem apenas entre si, precisavam lidar com os efeitos de fora. Sendo assim, decidiram fortalecer a mente do ser, criando uma fortaleza quase impenetrável, onde poderiam disputar entre si, sem se preocupar com o mundo la fora.
Algumas coisas afetavam o interior da fortaleza, mas nada diretamente. Era como o frio do inverno que castiga a casa de campo. Os internos percebem que lá fora faz frio mas ali, dentro do casebre, estão a salvo das condições inóspitas.
Mas como nenhum sistema consegue se manter totalmente isolado, eles precisaram abrir brechas pra algo, ou alguém. Escolheram uma pessoa que parecia de confiança, e na verdade é mesmo. Esperaram um certo tempo até ver se ela realmente era a pessoa certa e então decidiram-se. As trocas de informação, idéias, carinho e afeto entre as mentes era espetacular, tudo parecia dar certo.
Só que depois de um tempo tudo ficou confuso e a outra mente começou a machucar a mente do ser. As duas partes não tinham o que fazem. Tinham baixado suas defesas para aquela mente de tal forma que a única forma de se defender era se esconder no lugar mais fundo e sombrio da fortaleza e esperar. Esperar aquela mente ir embora ou esperar que ela se tornasse amigável e compreensiva. Pensaram em esquecer a existência dela e simplesmente continuar a viver, mas não era assim tão simples. Ela andava por todos os lados da fortaleza, aonde quer que fossem. Estavam sendo sufocados.
De repente uma ídéia surgiu, um plano de contingência. Tinham numa caixa um monstro guardado, um monstro que nunca deveria ser usado, mas a situação pedia medidas drásticas. Um monstro chamado raiva. Uma vez solto, o monstro só pensa em devorar e causar sofrimento à outra mente.
O monstro está a solta. Só não se sabe quando a fera se voltará contra o criador...
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Don't give up on your dreams, no buddy!
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
3 anos.
Mais especificamente 3 anos, 1 mês, 3 semanas e 2 dias. Faz tanto tempo assim? Parece que foi ontem.
A tarde de domingo mais importante na minha vida, a qual eu não me esqueço de nenhum momento.
Mesmo quando o tempo passa, têm coisas que não conseguimos entender, ou observar com clareza. Coisas que só acontecem e que deviam acontecer por que tinham que acontecer e o resto não nos interessa.
Por outro lado têm coisas que passam e ficam até que consigamos enxergar, como pessoas que estão sempre conosco, mesmo de depois de 3 anos, 1 mês, 3 semanas, 2 dias, muitas brigas, alguns encontros, muitas trocas de afeto, um ou três presentes e lembranças diárias.
Não importa o que tenha acontecido ou o que vai acontecer. Ela sabe que eu vou estar sempre com ela e ela sempre comigo. O resto não importa.
A tarde de domingo mais importante na minha vida, a qual eu não me esqueço de nenhum momento.
Mesmo quando o tempo passa, têm coisas que não conseguimos entender, ou observar com clareza. Coisas que só acontecem e que deviam acontecer por que tinham que acontecer e o resto não nos interessa.
Por outro lado têm coisas que passam e ficam até que consigamos enxergar, como pessoas que estão sempre conosco, mesmo de depois de 3 anos, 1 mês, 3 semanas, 2 dias, muitas brigas, alguns encontros, muitas trocas de afeto, um ou três presentes e lembranças diárias.
Não importa o que tenha acontecido ou o que vai acontecer. Ela sabe que eu vou estar sempre com ela e ela sempre comigo. O resto não importa.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Inteligênciarrogância.
Inteligência seria sabedoria que seria arrogância? Tal dúvida tem me cercado nos últimos dia e filosofei bastante sobre isso. Talvez definindo-se o que é cada coisa fique mais fácil de entender.
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segunda-feira, 2 de julho de 2012
Run, Love.
Tem muita coisa que está errada. Tem muita coisa que não deu certo. Tem muita coisa que não dará certo e que nunca vai estar correta. Mas eu tenho uma esperança, e você (sim, você mesmo/a) sabe o nome.
Eu não vou desistir se essa é a única forma de ser feliz. Como já disse a escocesa: I will laugh until my heart it aches. And I will love until my heart it breaks. And I will love until there's nothing more to live for.
Eu não vou desistir se essa é a única forma de ser feliz. Como já disse a escocesa: I will laugh until my heart it aches. And I will love until my heart it breaks. And I will love until there's nothing more to live for.
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terça-feira, 26 de junho de 2012
Dos tempos que eu vivi feliz.
Depois de tudo
dos tempos que eu vivi feliz
eu sempre sentava lá
no mesmo lugar de sempre
Lugar este o qual
eu sentava e sonhava
junto com você
coisas impessoais da minha vida
Era no verão
quente e cheio de vida
que não te via
No outono batia saudade
você esperava a minha volta
ansioso, seco e laranja
Quando o inverno chegava
trazia você e tudo mais
não tinha mais frio
A primavera era outro outono
tinha dias que você vinha
outros eu te via mas não te queria
Nessa cidade, não sei se é verdade
mas talvez deva minhas felicidades
a você, amigo, companheiro
meu querido moleton.
dos tempos que eu vivi feliz
eu sempre sentava lá
no mesmo lugar de sempre
Lugar este o qual
eu sentava e sonhava
junto com você
coisas impessoais da minha vida
Era no verão
quente e cheio de vida
que não te via
No outono batia saudade
você esperava a minha volta
ansioso, seco e laranja
Quando o inverno chegava
trazia você e tudo mais
não tinha mais frio
A primavera era outro outono
tinha dias que você vinha
outros eu te via mas não te queria
Nessa cidade, não sei se é verdade
mas talvez deva minhas felicidades
a você, amigo, companheiro
meu querido moleton.
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Uma nova esperança.
E tem uma coisa que talvez ela não saiba. Que eu, nas horas mais densas, fico pensando em tudo. Tudo relacionado a ela. Não tenho mais medo disso. Foi algo que evoluiu e amadureceu tão rápido, tão prematuro. Mas parece tão sensato e certo.
Depois de algum tempo eu posso pensar em me agarrar em algo. Nada muito grande. Mas é uma bola de neve, que vem rolando colina abaixo, e com velocidade vai crescendo até ficar imparável. O começo veio e vem com coisas diminutas. Coisas que sozinhas não fariam sentido a ninguém. Conversas sem rumo e sem sentido, que não levariam a lugar nenhum, por fim levaram-me a chegar à conclusão.
Alguns movimentos em falso no escuro eu cometi. Sentimentos, sem motivos, eu alimentei. Mas ainda não venci. Espero contar com ela durante e depois da luta. Eu diria a ela: "Se não me levares a mal, não serei mau, tampouco lhe causarei mal.".
E sem realmente dizer, que ela entendesse que, apesar de tudo, eu começei a amá-la.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
A lot o' cool drawings!
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Nova Forma!
Eles não sabem e nem adianta tentar
explicar não adianta
se somos diferentes deles
não vão querer entender
Eles podem ter nos criado
mas muitos não ensinaram
todo o segredo que existe
por trás dos sentimentos
Se aprendermos sozinhos
seremos diferentes de todos
na forma de viver e amar
sempre seremos diferentes
Talvez não seja hora
nem seja coisa para nós
talvez não tenham ensinado
porque não era pra se ensinar
Viveremos da nossa maneira
com nossos próprios erros
do nosso jeito aprendendo
nessa nova forma de viver e amar.
D:EdRF
explicar não adianta
se somos diferentes deles
não vão querer entender
Eles podem ter nos criado
mas muitos não ensinaram
todo o segredo que existe
por trás dos sentimentos
Se aprendermos sozinhos
seremos diferentes de todos
na forma de viver e amar
sempre seremos diferentes
Talvez não seja hora
nem seja coisa para nós
talvez não tenham ensinado
porque não era pra se ensinar
Viveremos da nossa maneira
com nossos próprios erros
do nosso jeito aprendendo
nessa nova forma de viver e amar.
D:EdRF
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sábado, 9 de julho de 2011
Expectativas.
"O seguro morreu de velho." - Já diziam. Para melhor se adequar ao futuro, as vezes fazemos planos. Mas planos são baseados em que? Falsas verdades? Sonhos? Nada disso. São baseados sim em expectativas. Mas o que são as expectativas?
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domingo, 26 de junho de 2011
A Lâmina.
O amor é como uma lâmina a ser forjada. Cada etapa é importante por si só, mas depende da anterior e complementa a próxima. Se alguma dessas etapas falhar, o trabalho final não será o mesmo.
Primeiramente se começa com um pedaço maciço de um elemento. Um pedaço bruto, sem brilho e sem forma.
Esse pedaço é deixado de lado até que chegue a hora certa para que ele vá à brasa e ai começa todo o desenvolvimento.
O pedaço é posto na brasa até atingir um ponto aonde o trabalho é facilitado. O calor é intenso, assim como a expectativa, mas a paciência é uma virtude que não pode ser ignorada em nenhuma parte do processo. É preciso aquecer a lâmina repetidas vezes. Se o calor for intenso de mais, a lâmina se torna quase que líquida e fica impossível se trabalhar nela. E se o calor for de menos, a lâmina continua bruta e dura. Se a lâmina esfriar muito rapidamente ela se torna quebradiça e se esfriar muito lentamente, fica maleável de mais, algo sem propósito, sem vida. É preciso algo que entorte quando preciso e que ao mesmo tempo seja resistente. Equilíbrio.
Nessa hora é dada a forma desejada. Maior, mais robusta, mais fina, como desejar. Se caso algo não saia como planejado, é mais fácil começar outro trabalho, nem tanto tempo se perdeu. Importante é ressaltar que a lâmina ainda não deve estar afiada, isso faz parte do acabamento.
O pedaço deve sofrer marteladas, batidas, testes de resistência
Para obter algumas melhorias e qualidades, é bom que se adicione alguns ingredientes. Cada trabalho é diferente do outro.
Depois que a lâmina estiver macia, é preciso dar uma pequena resfriada para começar a trabalhar no acabamento de fora para dentro da lâmina. A lâmina acaba tendo seu período mais frágil, mas se sobreviver terá uma força inigualável. Se tudo der certo, a lâmina deverá ser aquecida novamente para o acabamento final. Ganhará afiamento e brilho. Se tornará uma arma mortal contra qualquer inimigo. E todo o trabalho duro e paciência terão valido a pena. Um grande amor nasceu, perdurou e virou eterno.
Primeiramente se começa com um pedaço maciço de um elemento. Um pedaço bruto, sem brilho e sem forma.
Esse pedaço é deixado de lado até que chegue a hora certa para que ele vá à brasa e ai começa todo o desenvolvimento.
O pedaço é posto na brasa até atingir um ponto aonde o trabalho é facilitado. O calor é intenso, assim como a expectativa, mas a paciência é uma virtude que não pode ser ignorada em nenhuma parte do processo. É preciso aquecer a lâmina repetidas vezes. Se o calor for intenso de mais, a lâmina se torna quase que líquida e fica impossível se trabalhar nela. E se o calor for de menos, a lâmina continua bruta e dura. Se a lâmina esfriar muito rapidamente ela se torna quebradiça e se esfriar muito lentamente, fica maleável de mais, algo sem propósito, sem vida. É preciso algo que entorte quando preciso e que ao mesmo tempo seja resistente. Equilíbrio.
Nessa hora é dada a forma desejada. Maior, mais robusta, mais fina, como desejar. Se caso algo não saia como planejado, é mais fácil começar outro trabalho, nem tanto tempo se perdeu. Importante é ressaltar que a lâmina ainda não deve estar afiada, isso faz parte do acabamento.
O pedaço deve sofrer marteladas, batidas, testes de resistência
Para obter algumas melhorias e qualidades, é bom que se adicione alguns ingredientes. Cada trabalho é diferente do outro.
Depois que a lâmina estiver macia, é preciso dar uma pequena resfriada para começar a trabalhar no acabamento de fora para dentro da lâmina. A lâmina acaba tendo seu período mais frágil, mas se sobreviver terá uma força inigualável. Se tudo der certo, a lâmina deverá ser aquecida novamente para o acabamento final. Ganhará afiamento e brilho. Se tornará uma arma mortal contra qualquer inimigo. E todo o trabalho duro e paciência terão valido a pena. Um grande amor nasceu, perdurou e virou eterno.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
As dez mil horas.
Uma vez algum peregrino da vida me disse que se você utilizar dez mil horas da sua vida em alguma coisa, com certeza seria um expert. Parece fácil se concentrar em algo e ali ficar estagnado até que se alcance a perfeição mas para mim não.
Eu quero sempre o novo, não tenho tempo para uma coisa só. Quero fazer tudo. Além do que dez mil horas é mais que um ano e muita coisa acontece em um ano.
Numa sociedade onde o tempo é tudo, desperdiçar dez mil horas em uma atividade única é como assinar o atestado de falência ou de óbito.
Falta de paciência ou vontade de experimentar novas coisas? Só me dizem que quando eu realmente achar o que quero para minha vida eu paro de procurar.
Eu quero sempre o novo, não tenho tempo para uma coisa só. Quero fazer tudo. Além do que dez mil horas é mais que um ano e muita coisa acontece em um ano.
Numa sociedade onde o tempo é tudo, desperdiçar dez mil horas em uma atividade única é como assinar o atestado de falência ou de óbito.
Falta de paciência ou vontade de experimentar novas coisas? Só me dizem que quando eu realmente achar o que quero para minha vida eu paro de procurar.
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domingo, 6 de março de 2011
Eu sempre faço o melhor que posso.
Este post é sobre um sonho realizado e um encontro com um ídolo.
Tudo começou naquela manhã, eu estava bem humorado, o frio da cidade me acalmava e tudo tinha que dar certo. A poltrona do ônibus era a 21, meu número da sorte. A viagem correu bem. Chegando no destino fui surpreendido por um calor infernal, mas nem aquele sol de rachar a moleira iria atrapalhar meu momento.
Como sempre, dediquei uns momentos anteriores para vistoriar o terreno. O local da apresentação estava vazio, quase deserto. Nenhum fã, fora eu, avista. Estava cedo e não compensava ficar ali.
Duas horas antes do início eu resolvo ir até o local e pegar um bom lugar, afinal não era apenas um show. No caminho eu encontro alguém, meu coração dispara e eu não sei o que fazer. Era o Carlos Stein, ex-engenheiro do hawaii e guitarrista do Nenhum e junto com ele estava o Veco, também guitarrista da banda. Com um pouco de coragem eu consegui falar com eles, meio sem jeito, mas consegui.
Segui meu caminho, sentei num lugar muito próximo ao palco, ninguém estava ali ainda. Me senti como o único fã da banda e por muito tempo achei que seria o único ali.
Bom, para minha felicidade aparecem as meninas do fã-clube ''Ser Nenhum de Nós''. Conversei um pouco com elas e também escutei as histórias delas. Talvez não fosse um fã tão fanático quanto elas pela minha idade e também pela falta de dinheiro, mas eu fiquei fascinado ao ouvir as aventuras que elas tinham passado pra ver a banda. Eu só tinha uma pra contar, e que estava sendo escrita naquele momento, e elas tinham várias.
A cada instante que passava eu sentia que estava mais próximo da banda, até que o momento chegou. Eles entraram no palco e eu não sabia como reagir. Eles estava ali na frente e eu sentado só esperando algo acontecer. Então o Sady pega as baquetas e puxa a introdução de Outono Outubro. Assim começou, com minha música favorita. Eu cantei o mais alto que pude, não me importei com afinação nem com quem estava perto, aquele momento era meu.
Não sei se vou lembrar a ordem da playlist agora mas senão me engano as que tocaram foram Outono Outubro, Amanhã ou Depois, Paz e Amor, Das Coisas Que Eu Entendo, Sobre o Tempo, Da Janela, Julho de 93, Você Vai Lembrar de Mim, Ultimo Beijo, Camila,Camila.
Confesso que quando o Thedy começou a cantar o ''OO uo ô'' de Sobre o Tempo eu me debulhei em lágrimas. Parecia que tudo fazia sentido naquela hora.
No final do show eu quase peguei a baqueta do Sady mas não deu certo. Estava indo embora quando vi que tinha uma fila na porta do camarim. Pensei e resolvi ficar. Esperei um pouco, olhei, e logo apareceram o Thedy e o Veco pra cumprimentar o pessoal. Fui na galera que estava perto do Thedy e la fiquei só olhando. Consegui espaço e pedi pra uma alma bondosa tirar uma foto minha com o Thedy. Naquele momento eu estava do lado do meu ídolo e tirando uma foto, algo que pretendo guardar pra sempre. Após aquilo ele me surpreende perguntando se eu sou o Couto do Twitter. Aquilo me enche de alegria e me debulho em lágrimas. Meu ídolo lembrou de mim, mesmo sem ter me visto.
O melhor dia da minha vida foi aquele. E corri pra casa, feliz igual uma criança quando ganha um brinquedo novo e com um rumo na minha vida.
Obrigado Nenhum de Nós.
Tudo começou naquela manhã, eu estava bem humorado, o frio da cidade me acalmava e tudo tinha que dar certo. A poltrona do ônibus era a 21, meu número da sorte. A viagem correu bem. Chegando no destino fui surpreendido por um calor infernal, mas nem aquele sol de rachar a moleira iria atrapalhar meu momento.
Como sempre, dediquei uns momentos anteriores para vistoriar o terreno. O local da apresentação estava vazio, quase deserto. Nenhum fã, fora eu, avista. Estava cedo e não compensava ficar ali.
Duas horas antes do início eu resolvo ir até o local e pegar um bom lugar, afinal não era apenas um show. No caminho eu encontro alguém, meu coração dispara e eu não sei o que fazer. Era o Carlos Stein, ex-engenheiro do hawaii e guitarrista do Nenhum e junto com ele estava o Veco, também guitarrista da banda. Com um pouco de coragem eu consegui falar com eles, meio sem jeito, mas consegui.
Segui meu caminho, sentei num lugar muito próximo ao palco, ninguém estava ali ainda. Me senti como o único fã da banda e por muito tempo achei que seria o único ali.
Bom, para minha felicidade aparecem as meninas do fã-clube ''Ser Nenhum de Nós''. Conversei um pouco com elas e também escutei as histórias delas. Talvez não fosse um fã tão fanático quanto elas pela minha idade e também pela falta de dinheiro, mas eu fiquei fascinado ao ouvir as aventuras que elas tinham passado pra ver a banda. Eu só tinha uma pra contar, e que estava sendo escrita naquele momento, e elas tinham várias.
A cada instante que passava eu sentia que estava mais próximo da banda, até que o momento chegou. Eles entraram no palco e eu não sabia como reagir. Eles estava ali na frente e eu sentado só esperando algo acontecer. Então o Sady pega as baquetas e puxa a introdução de Outono Outubro. Assim começou, com minha música favorita. Eu cantei o mais alto que pude, não me importei com afinação nem com quem estava perto, aquele momento era meu.
Não sei se vou lembrar a ordem da playlist agora mas senão me engano as que tocaram foram Outono Outubro, Amanhã ou Depois, Paz e Amor, Das Coisas Que Eu Entendo, Sobre o Tempo, Da Janela, Julho de 93, Você Vai Lembrar de Mim, Ultimo Beijo, Camila,Camila.
Confesso que quando o Thedy começou a cantar o ''OO uo ô'' de Sobre o Tempo eu me debulhei em lágrimas. Parecia que tudo fazia sentido naquela hora.
No final do show eu quase peguei a baqueta do Sady mas não deu certo. Estava indo embora quando vi que tinha uma fila na porta do camarim. Pensei e resolvi ficar. Esperei um pouco, olhei, e logo apareceram o Thedy e o Veco pra cumprimentar o pessoal. Fui na galera que estava perto do Thedy e la fiquei só olhando. Consegui espaço e pedi pra uma alma bondosa tirar uma foto minha com o Thedy. Naquele momento eu estava do lado do meu ídolo e tirando uma foto, algo que pretendo guardar pra sempre. Após aquilo ele me surpreende perguntando se eu sou o Couto do Twitter. Aquilo me enche de alegria e me debulho em lágrimas. Meu ídolo lembrou de mim, mesmo sem ter me visto.
O melhor dia da minha vida foi aquele. E corri pra casa, feliz igual uma criança quando ganha um brinquedo novo e com um rumo na minha vida.
Obrigado Nenhum de Nós.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Quando um sonho chega perto da realidade.
Após muitos anos da minha vida sem algo muito significativo acontecendo, eu me deparo com um sonho se tornando realidade. Nesse sábado(05/03/2011) eu pretendo ver meu ídolo, meu espelho, ou como diria o grande Kurt Cobain, ''The man that I used to be''. Thedy Correa é seu nome. Ele é vocalista da banda Nenhum de Nós, a minha favorita e a unica banda nacional que eu escuto. Talvez achem meio clichê eu idolatrar o Thedy mas na verdade eu idolatro toda a banda. Eles construíram um legado, todos juntos, e Thedy é o porta-voz desse legado. Por isso minha paixão por ele.
Alguns fãs ficariam histéricos mas eu ajo normalmente, como se nada fosse acontecer. Mas aqui no fundo do meu peito a emoção é grande. Até parece que é só um sonho, que é só mais um dos meus sonhos.
Muitas vezes já sonhei com a banda e agora vou vê-los ao vivo e à cores. Não é meu primeiro sonho realizado mas talvez o maior e de maior importância até agora na minha vida. Meus amigos já realizaram um sonho meu, ou melhor, dois. Um deles era me dar uma camisa oficial do Chelsea FC e outro foi uma festa surpresa. Mas ver Nenhum De Nós é diferente disso. É algo que eu espero há muito tempo. Algo que não parece ser realidade.
Alguns fãs ficariam histéricos mas eu ajo normalmente, como se nada fosse acontecer. Mas aqui no fundo do meu peito a emoção é grande. Até parece que é só um sonho, que é só mais um dos meus sonhos.
Muitas vezes já sonhei com a banda e agora vou vê-los ao vivo e à cores. Não é meu primeiro sonho realizado mas talvez o maior e de maior importância até agora na minha vida. Meus amigos já realizaram um sonho meu, ou melhor, dois. Um deles era me dar uma camisa oficial do Chelsea FC e outro foi uma festa surpresa. Mas ver Nenhum De Nós é diferente disso. É algo que eu espero há muito tempo. Algo que não parece ser realidade.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
The Dreamer Evasive.
E quantas vezes eu pensei em ser isso, em ser aquilo. Em fazer isto e não aquilo. Já pensei no que vou ser quando crescer, já pensei no que querer ser quando crescer. Já cresci, já sou. Já fiz, já tive, já quis.
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
O novo Sonho.
Totalmente normal se sonhar com um mundo moderno aonde a tecnologia manda em tudo, aonde não é necessário mínimo esforço para fazer qualquer coisa, aonde se faz o que quer. Posso ser careta mas esse não é meu sonho.
Tenho um sonho retrógrado. Posso dizer que nesse sonho as coisas voltam como eram a muito tempo. Sem tecnologia, sem poluição, sem barulho, sem comunicação, sem interação mundial. Talvez nesse sonho todos fossem mais sós, mas com certeza seriam todos mais sóbrios e mais agradecidos, mesmo pelo pouco que tivessem.
Nesse sonho também, não haveriam grandes diferenças. Haveriam diferenças claro, mas ninguém teria tudo. Sempre haveria algo pelo que lutar, pelo que se sacrificar.
Mas no final de tudo é apenas um sonho. Um sonho talvez impossível, mas que eu irei em busca até quando não me deixarem mais.
Tenho um sonho retrógrado. Posso dizer que nesse sonho as coisas voltam como eram a muito tempo. Sem tecnologia, sem poluição, sem barulho, sem comunicação, sem interação mundial. Talvez nesse sonho todos fossem mais sós, mas com certeza seriam todos mais sóbrios e mais agradecidos, mesmo pelo pouco que tivessem.
Nesse sonho também, não haveriam grandes diferenças. Haveriam diferenças claro, mas ninguém teria tudo. Sempre haveria algo pelo que lutar, pelo que se sacrificar.
Mas no final de tudo é apenas um sonho. Um sonho talvez impossível, mas que eu irei em busca até quando não me deixarem mais.
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Se apresse!
Depois de tanto tempo fugindo do inevitável, é aplicado um ultimato. Não há pra onde ir, nem pra onde fugir desta vez. São só dois caminhos, um pode ser fácil mas de certa forma triste e o outro difícil mas que reserva surpresas, boas ou ruins.
Mas agora fugir não é tão simples. Envolve complicações e se pensa nas conseqüências mais do nunca.
Na teoria o caminha difícil é menos perigoso, mas o fácil é atrativo, pra que mudar o que está bom?
Mas não está bom, nada está bom. Talvez esse seja o momento da esperada renovação, afinal nada bate à sua porta sem algum motivo. É necessário correr atrás e o atraso é eminente. Disfarçar já não é mais uma tarefa fácil. As mesmas histórias começam a se desmentir sozinhas. O mentiroso sempre esquece detalhes fundamentais da própria mentira. A hora de criar histórias verdadeiras já chegou e já se foi.
Esquecer tudo o que foi colocado na mente involuntariamente não é fácil, mas desligar-se do mundo e meditar, pensar em tudo novamente ajuda.
A última coisa que se pensa é que esta é sua ultima chance.
Mas agora fugir não é tão simples. Envolve complicações e se pensa nas conseqüências mais do nunca.
Na teoria o caminha difícil é menos perigoso, mas o fácil é atrativo, pra que mudar o que está bom?
Mas não está bom, nada está bom. Talvez esse seja o momento da esperada renovação, afinal nada bate à sua porta sem algum motivo. É necessário correr atrás e o atraso é eminente. Disfarçar já não é mais uma tarefa fácil. As mesmas histórias começam a se desmentir sozinhas. O mentiroso sempre esquece detalhes fundamentais da própria mentira. A hora de criar histórias verdadeiras já chegou e já se foi.
Esquecer tudo o que foi colocado na mente involuntariamente não é fácil, mas desligar-se do mundo e meditar, pensar em tudo novamente ajuda.
A última coisa que se pensa é que esta é sua ultima chance.
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(Rafael) Couto
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O voo mais alto.
E quantas vezes se olha para as conseqüências antes de fazer alguma coisa? Talvez uma, ou duas, isso quando se olha. Certas coisas nos deixam loucos e cegos e vão nos levando por caminhos antes nunca vistos, nunca explorados. Uma coisa que te empurra, te movimenta involuntariamente, mas mesmo assim não se tem forças para lutar contra ou simplesmente não se quer lutar contra. Alguns chamam isso de sedução, já eu não defini nenhum nome específico para esse sentimento.
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terça-feira, 12 de outubro de 2010
Who wants to be a Datarocker?
Datarock é uma banda Norueguesa de Worldrock ou eletro Rock, como preferir. Ultimamente estão saindo do cenário underground graças à mídia Gamer. É possível encontrar seus maiores singles em jogos como FIFA, Madden NFL, The Sims e NFS, todos da EA Games. Assumo que conheci o trabalho da banda dessa maneira e resolvi ir atrás. Também já havia assistido um videoclipe deles (ou só um pedaço) na MTV.
Comecei com Fa-Fa-Fa e True Stories que vi no FIFA 08 e na MTV respectivamente. Depois fui abrindo caminhos com The Pretender, Amarillion e Computer Camp Love até fazer o download dos 3 álbuns. Até ai tudo bem, mas a música começou a entrar na minha cabeça, comecei a ver vídeos de shows no YouTube e percebi que Fa-Fa-Fa estava no The Sims 2 na radio IndieWave e que também tinha um vídeo em Simlish deles. Isso foi me despertando tanta curiosidade e excitação que agora posso dizer que Datarock é uma doutrina de vida.
O lugar favorito de todos os Datarockers é Urano, aonde vão por meio das Nightflights. Geralmente tem quedas por loiras e por professoras que tem a mesma idade que algum deles. Se não andam de BMX estão em carros antigos. São viciados em computação e em pick-ups de som. São preguiçosos e só se movimentam com algum objetivo ou ambição. Não têm nada a perder e preferem o nada. Têm medo da morte, e isso os assombra. Se entregam totalmente numa paixão. Não gostam de ser solitários. Geralmente são encontrados em duplas. Têm problemas nos amores mas sabem que não é fácil amar. Têm boas intenções e no fundo só querem uma pessoa para demonstrar seu amor autêntico. As vezes se revoltam e decidem mostrar o mundo a sua volta para os outros. Odeiam ser seduzidos, mas quando são não se controlam. Gostam de ser livres apesar de tudo. Sabem que só os fortes irão prosperar no final, mesmo que a caminhada seja difícil. São frios, calculistas e rápidos. Não desistem. Não são movidos pela religião. E é por isso que eu digo que sou um Datarocker.
Comecei com Fa-Fa-Fa e True Stories que vi no FIFA 08 e na MTV respectivamente. Depois fui abrindo caminhos com The Pretender, Amarillion e Computer Camp Love até fazer o download dos 3 álbuns. Até ai tudo bem, mas a música começou a entrar na minha cabeça, comecei a ver vídeos de shows no YouTube e percebi que Fa-Fa-Fa estava no The Sims 2 na radio IndieWave e que também tinha um vídeo em Simlish deles. Isso foi me despertando tanta curiosidade e excitação que agora posso dizer que Datarock é uma doutrina de vida.
- Como identificar um Datarocker?
O lugar favorito de todos os Datarockers é Urano, aonde vão por meio das Nightflights. Geralmente tem quedas por loiras e por professoras que tem a mesma idade que algum deles. Se não andam de BMX estão em carros antigos. São viciados em computação e em pick-ups de som. São preguiçosos e só se movimentam com algum objetivo ou ambição. Não têm nada a perder e preferem o nada. Têm medo da morte, e isso os assombra. Se entregam totalmente numa paixão. Não gostam de ser solitários. Geralmente são encontrados em duplas. Têm problemas nos amores mas sabem que não é fácil amar. Têm boas intenções e no fundo só querem uma pessoa para demonstrar seu amor autêntico. As vezes se revoltam e decidem mostrar o mundo a sua volta para os outros. Odeiam ser seduzidos, mas quando são não se controlam. Gostam de ser livres apesar de tudo. Sabem que só os fortes irão prosperar no final, mesmo que a caminhada seja difícil. São frios, calculistas e rápidos. Não desistem. Não são movidos pela religião. E é por isso que eu digo que sou um Datarocker.
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