Reclamas que eu sou como as nuvens
como a chuva
que não se controla
mas por pouco tempo pode-se prever
Como o sol que brilha
que nunca se muda
e durante as horas do dia
ocupa o mesmo lugar
Como o rio caudaloso
que tem pressa
e só corre uma estrada
rumo ao grande salgado
Mas tudo que tu fazes
é apenas me comparar à coisas magníficas
que nada sou
e nada fazes pra mudar-me
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
E tu reclamas demais...
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(Rafael) Couto
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domingo, 26 de agosto de 2012
Ultra-High-Violet
A shining lil' light on a saturday night....
When everything make you blind
and a lil' idiot
when you just can't see
that you're doing wrong
Was a big and shining light
dressed in blue eyes
electric blue eyes
a never-ending smile
just take all the way
take me back home
make it sweet like chocolate
and be my ultra-high-violet
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Confia.
Confia, mesmo na manhã mais fria
que o Sol virá, pra tornar a antiga noite em dia
Confia, mesmo que em demasia
que teu filho não te trairás
Confia, mesmo quando ele erra
que ele não te deseja mal
Confia, mesmo na briga
que ele irá se calar quando não quiser te deixar triste
Confia, mesmo quando ele chora
que precisa ficar sozinho
Confia, mesmo que pareça
tua mulher não te abandonarás sem motivo
Confia, mesmo que se afaste
teu marido não te esquecerás
Confia, mesmo que mortos
teus pais olharam por você
Confia, mesmo que demore
eu esforço trará recompensa
Espera e confia.
Confia na luz.
Confia em quem te quer bem.
Confia em quem você acredita.
Confia na verdade.
Confia na mentira.
Confia no teu amigo.
Confia no que você acredita.
Confia em si mesmo.
que o Sol virá, pra tornar a antiga noite em dia
Confia, mesmo que em demasia
que teu filho não te trairás
Confia, mesmo quando ele erra
que ele não te deseja mal
Confia, mesmo na briga
que ele irá se calar quando não quiser te deixar triste
Confia, mesmo quando ele chora
que precisa ficar sozinho
Confia, mesmo que pareça
tua mulher não te abandonarás sem motivo
Confia, mesmo que se afaste
teu marido não te esquecerás
Confia, mesmo que mortos
teus pais olharam por você
Confia, mesmo que demore
eu esforço trará recompensa
Espera e confia.
Confia na luz.
Confia em quem te quer bem.
Confia em quem você acredita.
Confia na verdade.
Confia na mentira.
Confia no teu amigo.
Confia no que você acredita.
Confia em si mesmo.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Nova Forma!
Eles não sabem e nem adianta tentar
explicar não adianta
se somos diferentes deles
não vão querer entender
Eles podem ter nos criado
mas muitos não ensinaram
todo o segredo que existe
por trás dos sentimentos
Se aprendermos sozinhos
seremos diferentes de todos
na forma de viver e amar
sempre seremos diferentes
Talvez não seja hora
nem seja coisa para nós
talvez não tenham ensinado
porque não era pra se ensinar
Viveremos da nossa maneira
com nossos próprios erros
do nosso jeito aprendendo
nessa nova forma de viver e amar.
D:EdRF
explicar não adianta
se somos diferentes deles
não vão querer entender
Eles podem ter nos criado
mas muitos não ensinaram
todo o segredo que existe
por trás dos sentimentos
Se aprendermos sozinhos
seremos diferentes de todos
na forma de viver e amar
sempre seremos diferentes
Talvez não seja hora
nem seja coisa para nós
talvez não tenham ensinado
porque não era pra se ensinar
Viveremos da nossa maneira
com nossos próprios erros
do nosso jeito aprendendo
nessa nova forma de viver e amar.
D:EdRF
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
[Projeto] Amor silencioso.
E lá estavam elas,
Duas mãos silenciosas
Que se olhavam, se entre-olhavam,
Talvez pelo tempo estavam ociosas.
Uma estava desiludida
Desamparada e perdida
E a outra ignorava seus próprios problemas,
Só queria ajudá-la.
Aproximou-se devagar e com um gesto sutil a tocou.
A mão tristonha acordou do pesadelo e pôs se a sentir a semelhante.
Sentia o carinho e o amor que ela queria passar-lhe.
De algum jeito, a mão carinhosa passou a reduzir a intensidade dos movimentos,
Como se esperasse uma reação.
Com medo, a mão tristonha agarrou a carinhosa com força,
Desejando que ela nunca parasse.
Uma sentia o calor da outra e diziam silenciosamente: Eu te amo!
Os donos apenas se entre-olhavam imaginando se era hora ou se era verdadeiro aquele sentimento.
Nenhum dos dois havia a coragem necessária para perguntar ao outro se sentia mesma coisa.
O tempo passou e forçou-os a soltarem-se, mesmo contra vontade, e desejando um ao outro.
Duas mãos silenciosas
Que se olhavam, se entre-olhavam,
Talvez pelo tempo estavam ociosas.
Uma estava desiludida
Desamparada e perdida
E a outra ignorava seus próprios problemas,
Só queria ajudá-la.
Aproximou-se devagar e com um gesto sutil a tocou.
A mão tristonha acordou do pesadelo e pôs se a sentir a semelhante.
Sentia o carinho e o amor que ela queria passar-lhe.
De algum jeito, a mão carinhosa passou a reduzir a intensidade dos movimentos,
Como se esperasse uma reação.
Com medo, a mão tristonha agarrou a carinhosa com força,
Desejando que ela nunca parasse.
Uma sentia o calor da outra e diziam silenciosamente: Eu te amo!
Os donos apenas se entre-olhavam imaginando se era hora ou se era verdadeiro aquele sentimento.
Nenhum dos dois havia a coragem necessária para perguntar ao outro se sentia mesma coisa.
O tempo passou e forçou-os a soltarem-se, mesmo contra vontade, e desejando um ao outro.
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