Desculpem minha ausência prolongada. Ultimamente tenho me focado nas tarefas diárias que me sugam as energias pouco a pouco. Mas assim que for me reestabelecendo, vou postando aqui. Mas não deixei minha vida de lado. Nos tempos livres faço várias coisas e uma das que eu mais gosto é desenhar. Então vou postar alguns desenhos aqui. Os melhores claro. Mas não sou um Picasso, só expresso meus sentimentos nos desenhos.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
As coisas que vejo.
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Escrito, refletido e postado por:
(Rafael) Couto
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
[Projeto] Amor silencioso.
E lá estavam elas,
Duas mãos silenciosas
Que se olhavam, se entre-olhavam,
Talvez pelo tempo estavam ociosas.
Uma estava desiludida
Desamparada e perdida
E a outra ignorava seus próprios problemas,
Só queria ajudá-la.
Aproximou-se devagar e com um gesto sutil a tocou.
A mão tristonha acordou do pesadelo e pôs se a sentir a semelhante.
Sentia o carinho e o amor que ela queria passar-lhe.
De algum jeito, a mão carinhosa passou a reduzir a intensidade dos movimentos,
Como se esperasse uma reação.
Com medo, a mão tristonha agarrou a carinhosa com força,
Desejando que ela nunca parasse.
Uma sentia o calor da outra e diziam silenciosamente: Eu te amo!
Os donos apenas se entre-olhavam imaginando se era hora ou se era verdadeiro aquele sentimento.
Nenhum dos dois havia a coragem necessária para perguntar ao outro se sentia mesma coisa.
O tempo passou e forçou-os a soltarem-se, mesmo contra vontade, e desejando um ao outro.
Duas mãos silenciosas
Que se olhavam, se entre-olhavam,
Talvez pelo tempo estavam ociosas.
Uma estava desiludida
Desamparada e perdida
E a outra ignorava seus próprios problemas,
Só queria ajudá-la.
Aproximou-se devagar e com um gesto sutil a tocou.
A mão tristonha acordou do pesadelo e pôs se a sentir a semelhante.
Sentia o carinho e o amor que ela queria passar-lhe.
De algum jeito, a mão carinhosa passou a reduzir a intensidade dos movimentos,
Como se esperasse uma reação.
Com medo, a mão tristonha agarrou a carinhosa com força,
Desejando que ela nunca parasse.
Uma sentia o calor da outra e diziam silenciosamente: Eu te amo!
Os donos apenas se entre-olhavam imaginando se era hora ou se era verdadeiro aquele sentimento.
Nenhum dos dois havia a coragem necessária para perguntar ao outro se sentia mesma coisa.
O tempo passou e forçou-os a soltarem-se, mesmo contra vontade, e desejando um ao outro.
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
[Projeto]Estou de volta!
Depois de um bom tempo sem pensar em nada útil me veio a inspiração pra fazer umas músicas novas. Agora com o violão é mais fácil, é mais improviso.
Não sei de onde saiu essa inspiração, ela só flui e a música vem. Não tem segredo. Também estou preparando algo mais animado. Vamos ver como que fica, se ficar bom eu gravo um video e posto aqui. Se não, coloco só a letra e a cifra no máximo. Mas logo logo terá algo quentinho direto do forno chegando aqui.
Não sei de onde saiu essa inspiração, ela só flui e a música vem. Não tem segredo. Também estou preparando algo mais animado. Vamos ver como que fica, se ficar bom eu gravo um video e posto aqui. Se não, coloco só a letra e a cifra no máximo. Mas logo logo terá algo quentinho direto do forno chegando aqui.
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
[Projeto]Quando você virá à Londres? - Couto's
Composição: Rafael Couto de Oliveira
Já se passaram dias que eu parti
A saudade só aumenta
Oh vitória, como és bela
O sentimento de plenitude que me completa
Oh derrota, Ah sim
Só ela é correta por inteira
A viagem foi longa, cansativa
E o meu ciúme de quem ficou com você
Seus irmãos, suas amigas, seus parentes.
A dona do problema, da solução e também do meu coração
E eu pergunto: Quando você virá à Londres?
A cidade parece tão sombria
Tão medonha sem você
Sem você, mas alegria.
Eu mal me despedi
Foi uma troca de olhares
Não me contive
Liguei pra perguntar:
E eu pergunto: Quando você virá à Londres?
A cidade parece tão sombria
Tão medonha sem você
Sem você, mas alegria.
A viagem foi longa, cansativa
E o meu ciúme de quem ficou com você
Seus irmãos, suas amigas, seus parentes.
A dona do problema, da solução e também do meu coração
E eu pergunto: Quando você virá à Londres?
A cidade parece tão sombria
Tão medonha sem você
Sem você, mas alegria.
Oh vitória, a plenitude que me completa
Oh derrota, és correta por inteira
Oh vitória, és correta por inteira
Oh derrota, a plenitude que me completa
Dedicado à Vitória Lorenzi
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