Nunca é tarde demais. Nunca é tarde pra perdoar. Nunca é tarde pra pedir perdão. Nunca é tarde pra mostrar amor. Nunca é tarde pra deixar de mostrar amor.
Nunca é tarde pra desistir. Mas existe um momento certo para de desistir, em qualquer coisa. Na guerra chamam de retirada estratégica.
Mas é considerado desistência se o que você procurava começa a ser contra o que você acredita?
Se é certo seguir o que você acredita, não pode ser considerado "covardia" quando algo simplesmente deixa de fazer sentido na sua cabeça, quando água mole em pedra dura tanto bate que percebe que nada acontece.
Não é uma crítica a ninguém senão eu mesmo. As vezes você acredita que a persistência é a "salvação" dos problemas, quando você está "utilizando a propriedade certa na equação errada". E foi ai que me peguei, sendo tolo e acreditando em algo que não existe no local em que eu estava procurando. Talvez eu estivesse tentando criar algo que não existisse (The Selfish Song), talvez fosse isso, talvez por pena de ver algo "vazio", "oco", sem motivos especiais pra viver, sem carinho especial. Não sei o motivo ao certo, são só especulações, e agora nem faz mais sentido pensar nisso também.
É a hora certa de deixar a corrente levar o barco para onde ela quiser, hora de jogar os remos fora e simplesmente aproveitar a viagem que um dia, com certeza, irá acabar.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
The time.
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Escrito, refletido e postado por:
(Rafael) Couto
1 Comentários e/ou Opniões
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Monstro.
A mente dele sempre foi dividida em duas. Duas partes distintas que se completam. Cada parte com ideais opostos mas sempre em sintonia. As duas partes sempre estavam em guerra, só pra ver quem dominava o ser. Logo, seu humor era variação de qual parte da mente estava dominando-o, ora a racionalidade, outrora a sensibilidade.
Com o passar da vivencia do ser, as duas partes passaram a conviver com o ambiente externo e suas variações também. Agora, em vez de lutarem apenas entre si, precisavam lidar com os efeitos de fora. Sendo assim, decidiram fortalecer a mente do ser, criando uma fortaleza quase impenetrável, onde poderiam disputar entre si, sem se preocupar com o mundo la fora.
Algumas coisas afetavam o interior da fortaleza, mas nada diretamente. Era como o frio do inverno que castiga a casa de campo. Os internos percebem que lá fora faz frio mas ali, dentro do casebre, estão a salvo das condições inóspitas.
Mas como nenhum sistema consegue se manter totalmente isolado, eles precisaram abrir brechas pra algo, ou alguém. Escolheram uma pessoa que parecia de confiança, e na verdade é mesmo. Esperaram um certo tempo até ver se ela realmente era a pessoa certa e então decidiram-se. As trocas de informação, idéias, carinho e afeto entre as mentes era espetacular, tudo parecia dar certo.
Só que depois de um tempo tudo ficou confuso e a outra mente começou a machucar a mente do ser. As duas partes não tinham o que fazem. Tinham baixado suas defesas para aquela mente de tal forma que a única forma de se defender era se esconder no lugar mais fundo e sombrio da fortaleza e esperar. Esperar aquela mente ir embora ou esperar que ela se tornasse amigável e compreensiva. Pensaram em esquecer a existência dela e simplesmente continuar a viver, mas não era assim tão simples. Ela andava por todos os lados da fortaleza, aonde quer que fossem. Estavam sendo sufocados.
De repente uma ídéia surgiu, um plano de contingência. Tinham numa caixa um monstro guardado, um monstro que nunca deveria ser usado, mas a situação pedia medidas drásticas. Um monstro chamado raiva. Uma vez solto, o monstro só pensa em devorar e causar sofrimento à outra mente.
O monstro está a solta. Só não se sabe quando a fera se voltará contra o criador...
Com o passar da vivencia do ser, as duas partes passaram a conviver com o ambiente externo e suas variações também. Agora, em vez de lutarem apenas entre si, precisavam lidar com os efeitos de fora. Sendo assim, decidiram fortalecer a mente do ser, criando uma fortaleza quase impenetrável, onde poderiam disputar entre si, sem se preocupar com o mundo la fora.
Algumas coisas afetavam o interior da fortaleza, mas nada diretamente. Era como o frio do inverno que castiga a casa de campo. Os internos percebem que lá fora faz frio mas ali, dentro do casebre, estão a salvo das condições inóspitas.
Mas como nenhum sistema consegue se manter totalmente isolado, eles precisaram abrir brechas pra algo, ou alguém. Escolheram uma pessoa que parecia de confiança, e na verdade é mesmo. Esperaram um certo tempo até ver se ela realmente era a pessoa certa e então decidiram-se. As trocas de informação, idéias, carinho e afeto entre as mentes era espetacular, tudo parecia dar certo.
Só que depois de um tempo tudo ficou confuso e a outra mente começou a machucar a mente do ser. As duas partes não tinham o que fazem. Tinham baixado suas defesas para aquela mente de tal forma que a única forma de se defender era se esconder no lugar mais fundo e sombrio da fortaleza e esperar. Esperar aquela mente ir embora ou esperar que ela se tornasse amigável e compreensiva. Pensaram em esquecer a existência dela e simplesmente continuar a viver, mas não era assim tão simples. Ela andava por todos os lados da fortaleza, aonde quer que fossem. Estavam sendo sufocados.
De repente uma ídéia surgiu, um plano de contingência. Tinham numa caixa um monstro guardado, um monstro que nunca deveria ser usado, mas a situação pedia medidas drásticas. Um monstro chamado raiva. Uma vez solto, o monstro só pensa em devorar e causar sofrimento à outra mente.
O monstro está a solta. Só não se sabe quando a fera se voltará contra o criador...
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Escrito, refletido e postado por:
(Rafael) Couto
1 Comentários e/ou Opniões
Marcadores:
Pessoal
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Don't give up on your dreams, no buddy!
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Escrito, refletido e postado por:
(Rafael) Couto
1 Comentários e/ou Opniões
Marcadores:
I'm From Barcelona,
Indie,
Música,
Pessoal,
Sweden
Assinar:
Postagens (Atom)